Saúde ocular

Glaucoma silencioso: por que acompanhar antes dos sintomas

5 de agosto de 2026

Imagem ilustrativa: Glaucoma silencioso: por que acompanhar antes dos sintomas

O glaucoma reúne doenças que danificam o nervo óptico. A forma mais comum pode avançar lentamente, sem dor ou alterações percebidas no começo. Enxergar bem não dispensa a avaliação.

Quem precisa conversar sobre o risco?

O envelhecimento e o histórico familiar aumentam a atenção. O oftalmologista considera esses fatores e os achados do exame para definir a frequência de acompanhamento.

Quais exames ajudam no diagnóstico?

A investigação combina avaliação do nervo óptico, pressão intraocular e campo visual, com outros exames conforme a necessidade. Medir apenas a pressão não é suficiente para diagnosticar ou excluir glaucoma.

Por que manter o tratamento?

Colírios, laser ou cirurgia podem ser indicados para controlar a doença. O objetivo é preservar a visão restante: o dano já estabelecido não costuma ser recuperado. Não interrompa o tratamento por ausência de sintomas.

Perguntas frequentes

Glaucoma sempre causa pressão alta?

Não. Há casos com pressão dentro da faixa habitual, e pessoas com pressão elevada que não têm glaucoma.

Existe situação de urgência?

Dor ocular intensa, olho vermelho, visão borrada e náuseas podem ocorrer em uma crise aguda. Procure atendimento imediato.

Avaliação em Campos dos Goytacazes

Se essa dúvida faz parte da sua rotina, leve suas perguntas à consulta. Conte quando a mudança começou, como interfere nas atividades e quais exames ou tratamentos já realizou. Esse relato ajuda a organizar a conversa com o oftalmologista.

O Dr. Fabiano Cesário atende em Campos dos Goytacazes, na Av. 28 de Março, 545, Centro. Veja também informações sobre o tratamento do glaucoma ou entre em contato para agendar uma avaliação.

Fontes: National Eye Institute — Glaucoma.

Conteúdo educativo. A avaliação presencial define o diagnóstico e a conduta. Imagem de capa ilustrativa, gerada por inteligência artificial.